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Mesmo com o preço médio semanal do litro do etanol hidratado marcando mais 7,27% nas indústrias, as distribuidoras de combustíveis fecharam a sexta (5) cortando 0,60% na venda aos postos. Foi o segundo dia seguido de recuo, como antecipou Money Times, na quinta.

As cotações nas duas pontas ficaram alinhadas, respectivamente R$ 2,9071 e R$ 2,9705, pelas referências do Cepea.

Como a alta de preço na usina (igual à da semana anterior) não reflete necessariamente grande volume de negócios, o cenário indica que as empresas intermediárias da cadeia estão tentando escoar os estoques dos dias anteriores e possivelmente com represamento no repasse.

Cenário de vendas fracas, apesar da alta da gasolina nas refinarias na terça, de 5%.

Até quarta as distribuidoras baseadas em Paulínia (SP) acumulavam alta de 3,66%, sobre os 30,94% do mês de fevereiro.

Na semana, de acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), o hidratado teve acréscimo médio de 6,9% nas bombas (mais 22,5% no ano).

Com o petróleo faltando US$ 0,50 para chegar nos US$ 70 o barril, depois a disparada de 4,20% na sexta na praça de Londres, o possível repasse da Petrobras (PETR4) é aguardado para a gasolina, tirando um pouco da defasagem que já passou dos R$ 0,32 o litro.

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