Home Últimas Notícias Proforest e Imaflora desenvolvem guia prático sobre diligência em direitos humanos para o setor sucroenergético
Últimas Notícias

Proforest e Imaflora desenvolvem guia prático sobre diligência em direitos humanos para o setor sucroenergético

Compartilhar

A plataforma digital Direitos Humanos em foco: um guia prático, que traz o passo-a-passo para a implementação da devida diligência e práticas responsáveis por empresas do setor sucroenergético, foi desenvolvida com o objetivo de promover o respeito aos direitos humanos no setor e apoiar as empresas no cumprimento de seus compromissos com seus trabalhadores e fornecedores. No guia, há orientações de como identificar riscos e promover ações de monitoramento, mitigação e remediação, entre outras.

O guia foi desenvolvido pela Proforest e pelo Imaflora com recursos do Bonsucro Impact Fund e das empresas Nestlé, General Mills, Hershey’s e Barry Callebaut.

Segundo Luana Mischiatti, gerente de projetos da Proforest, “o lançamento do guia é um marco significativo nos esforços para promover práticas responsáveis no setor sucroalcooleiro. Esse conjunto de ferramentas, especificamente criado para usinas de cana-de-açúcar, serve como um recurso abrangente, que oferece orientação prática às usinas sobre como incorporar questões relacionadas aos direitos humanos em suas operações. O guia equipa as usinas com ferramentas necessárias para identificar e abordar potenciais riscos de direitos humanos em suas cadeias de suprimentos.”

“A metodologia apresentada nesse guia pode ser aplicada a cada realidade, levando em consideração os aspectos regionais e operacionais de cada usina”, complementa Heidi Buzato, coordenadora social do Imaflora.

O guia é fruto de uma construção colaborativa e engajamento de muitos atores e espera-se que seja o primeiro passo em direção a um grande impacto no setor.

Ao navegar pelo guia  é possível conhecer os seis passos da Devida Diligência em Direitos Humanos:

1 – Definição da Política, Compromissos e Responsabilidades

2 – Identificação dos riscos e impactos adversos

3 – Agir e Integrar. Determinar como agir em relação ao que foi identificado e suas causas raízes e a integrar as considerações de direitos humanos em processos e sistemas existentes para reduzir a possibilidade de reincidência.

4 – Monitorar e verificar a eficácia das atividades implementadas

5 – Comunicar e informar às partes interessadas sobre os impactos e riscos aos direitos humanos identificados, as medidas que estão sendo tomadas para prevenir, mitigar e remediar esses riscos e impactos.

6 – Remediação – tomar medidas apropriadas para reparar danos às pessoas afetadas

O material é parte de um projeto maior, que envolve ainda a realização de dois pilotos no Sudeste e Nordeste do Brasil, além de capacitação sobre o conjunto de ferramentas do HRDD (devida diligência em direitos humanos) para usinas, produtores, associações de produtores e prestadores de serviços.

 

Compartilhar

Ep. 21: O futuro do setor sucroenergético | Perspectiva para Safra 2026/27

Episódio 20: Murchamento: A Nova Ameaça da Cana | DaCana Cast

Enviamos diariamente um boletim informativo com destaques do setor bioenergético 

Artigo Relacionado
DestaquePopularÚltimas Notícias

RPA Consultoria estrutura roadmap em Moçambique diante de desafios produtivos em usinas de cana

Análise em campo identifica gargalos estruturais, impactos climáticos e oportunidades de ganho...

etanol
Últimas Notícias

Aumento na mistura de etanol à gasolina melhora cenário para usinas

O Brasil, segundo maior produtor mundial de etanol, está considerando aumentar a mistura...

Últimas Notícias

Sócios da Raízen resistem a aporte maior e pedem nova proposta aos bancos

Shell e Rubens Ometto, da Cosan, tinham colocado na mesa uma injeção...

Últimas Notícias

Vale fecha acordo com chinesa Shandong para afretar os primeiros navios movidos a etanol

A Vale fechou um contrato de afretamento de 25 anos com a...