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Em reunião com Lula, Unica trata sobre oportunidades do Brasil na transição energética

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Em encontro do o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Unica (União da Indústria da Cana-de-açúcar e Bioenergia) afirmou que está com ótimas expectativas com a Aliança Global de Biocombustíveis (Global Biofuels Alliance – GBA), que será lançada na reunião de cúpula do G20, domingo, 10,em Nova Deli. Mais de 15 países confirmaram interesse no movimento liderado pela Índia, Brasil e Estados Unidos.

O projeto da Aliança Global para os Biocombustíveis pretende atrair mais países e tem como objetivo ampliar a cooperação técnica e tecnológica visando a expansão de biocombustíveis, a descarbonização do setor de transportes e a transição energética.

“Com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Rui Costa, no Palácio do Planalto, tratamos sobre as oportunidades para o Brasil se posicionar como protagonista na transição energética global. Afinal, nenhum outro país conseguiu desenvolver um ecossistema para o etanol e outros biocombustíveis como nós”, disse Evandro Gussi, presidente da Unica.

Ao lado de Luciano Coutinho, ex-presidente do BNDES, Ciro Possobom e Henrique Araújo, da Volkswagen do Brasil; Rafael Chang, da Toyota do Brasil; e Aroaldo Oliveira, da Industrial Brasil, Gussi disse que saiu bastante otimista com as perspectivas para o País no setor de bioenergia.

Brasil assume comando do G20 em dezembro

No dia primeiro de dezembro, o Brasil assumirá a presidência do G20. Lula receberá, simbolicamente, do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, o comando do G20, em uma reunião de chefes de governo e Estado do bloco nos dias 9 e 10 de setembro, em Nova Délhi.

Oficialmente, a presidência começará em dezembro, para um mandato de um ano, que terminará com um encontro de líderes do bloco em novembro de 2024, no Rio de Janeiro.

Em seu discurso no encerramento da cúpula, Lula anunciará três pilares com os quais pretende trabalhar até novembro de 2024, quando passará a presidência do bloco para a África do Sul: combate a fome, pobreza e desigualdade; desenvolvimento sustentável a partir da harmonização entre meio ambiente, economia e políticas sociais; e governança global, que, na visão do presidente, não atende às necessidades das nações em desenvolvimento.

Em governança, o Brasil defende que instituições multilaterais de crédito, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, deem prioridade às necessidades das nações em desenvolvimento, sobretudo na área de infraestrutura, e estudem formas de renegociação de dívidas de países em dificuldades, como a Argentina. O fim do estado de paralisia da Organização Mundial do Comércio (OMC) e a reforma do Conselho de Segurança da ONU, que hoje conta com apenas cinco países como membros permanentes e com direito a veto — Estados Unidos, França, Reino Unido, China e Rússia — também estão na pauta.

Atualmente, o G20 é formado pela União Europeia e 19 países: Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, Coreia do Sul, México, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

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