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Usina Coruripe abre 22 vagas de emprego em Alagoas

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A Usina Coruripe, uma das maiores empresas do setor sucroenergético no país, está com 22 vagas abertas para trabalhar no município de Coruripe localizado no estado de Alagoas.

A companhia tem capacidade de moagem de 15 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, e de produção de 500 milhões de litros de etanol. As oportunidades são para diversas áreas. Confira;

• Almoxarife Frentista
• Analista Administrativo Junior
• Analista PCM Jr
• Auxiliar Logística
• Auxiliar Portaria I
• Auxiliar Produção Industrial
• Caldeireiro II
• Caldeireiro III
• Eletricista Industrial I
• Estagiário(a) Universitário
• Líder Geração Vapor
• Mecânico (a) Industrial III
• Mecânico Automotivo I
• Mecânico Automotivo II
• Mecânico Automotivo III – Caminhões
• Mecânico Automotivo II – Implementos
• Motorista III – Carregamento e Transporte de Cana
• Operador(a) Empacotadeira
• Operador Carregadeira
• Operador Sonda e Forrageira
• Operador Tratamento Caldo I
• Soldador II

Atualmente conta com mais de 8 mil colaboradores em suas cinco unidades, que ficam em Minas Gerais e Alagoas e além da renumeração, as vagas contam com benefícios como: Seguro de vida; Plano de saúde; Plano odontológico; Transporte e muito mais. Os interessados devem se cadastrar no site da Usina Coruripe.

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Mercado de açúcar enfrenta tempestade perfeita com efeito El Niño, mudança de posição dos fundos e quebras de safra global Especialistas apontam volatilidade histórica, revisões para baixo na produção do Centro-Sul brasileiro e desafios industriais com a cana no campo. São Paulo, outubro de 2026 – O mercado global de açúcar e commodities vive um momento de forte volatilidade e reconfiguração de cenários, impulsionado por fatores macroeconômicos e climáticos. A discussão fez parte da programação desta terça-feira, 27 de outubro, durante a 26ª Conferência Internacional DATAGRO sobre Açúcar e Etanol. Durante o painel “Fundamentos do Mercado Internacional de Açúcar”, moderado por Thiago Duarte, Associate Partner do BTG Pactual, e com a participação de lideranças do setor, representado por Jeremy Austin (Diretor Geral da Sucden Brasil), Mario de Rezende Barbosa (Diretor de Estratégia da LDC) e Paulo Garcia (CEO da Vital Commodities), foram debatidos os impactos do fenômeno El Niño, o comportamento especulativo dos fundos e os gargalos na produção do Centro-Sul do Brasil, além de quebras nas safras da Índia e da Europa. O papel do El Niño e a virada histórica dos fundos O mercado internacional registrou uma reviravolta histórica na posição dos fundos especulativos e em contratos em aberto, impulsionado por uma tempestade perfeita macroeconômica que envolveu o avanço do El Niño e conflitos geopolíticos. O moderador Thiago Duarte relata que aprendeu com Plínio Nastari, presidente da DATAGRO, que nenhuma safra é igual à outra, todas têm suas características próprias, o que fica evidente no ciclo de produção atual. “O mercado muda muito, tem o El Niño que está agindo muito, tem parte especulativa que foi comprando, estavam com 100 mil lotes vendidos, agora são 120 mil lotes comprados. O El Niño que está atingindo antes do previsto o Centro-Sul do Brasil, então a produção está mais complicada, mais atrasada com chuvas”, diz Jeremy Austin, Diretor Geral da Sucden Brasil. Revisão de safra e desafios industriais no Centro-Sul No Brasil, a produção enfrenta atrasos e perdas consideráveis. A necessidade de maximizar o açúcar o mais cedo possível e o comportamento dos fundos frente aos fundamentos foram pontuados por Mario de Rezende Barbosa, Diretor de Estratégia da LDC. “Virou algo muito mais macro do que o próprio fundamento do açúcar; o açúcar foi comprado em busca de commodity por muitos fatores. A maximização de açúcar o mais cedo possível faz parte da premissa que estamos usando hoje”, considera. No entanto, a gestão desse volume traz desafios operacionais severos para a indústria, como a cana “pisada” e as incertezas sobre o calendário de moagem. “Eu ouço muito dizer que as usinas vão começar em março; eu acho muito difícil que isso aconteça, porque quando todas as usinas estão se organizando para moer próximo ao Natal. Todas elas passam por uma entressafra e vão estar entregando seus equipamentos e os prestadores de serviço em janeiro”, acredita Paulo Garcia, CEO da Vital Commodities. Cenário internacional: Índia e Europa Os participantes do painel também falaram sobre o cenário internacional, pontuando que tanto a Índia quanto a Europa registraram quedas expressivas em suas estimativas de produção, pressionando ainda mais a balança global e reduzindo os excedentes exportáveis frente à lentidão nos embarques indianos e à diminuição de área plantada no continente europeu.

Episódio 32: Manutenção de mancais: como evitar falhas e paradas durante a safra?

Episódio 31: Como aumentar a confiabilidade dos acionamentos mecânicos nas usinas?

Enviamos diariamente um boletim informativo com destaques do setor bioenergético 

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