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Usina Jacarezinho apresenta resultados positivos na Safra 23/24 mesmo sob influência de clima seco

Foto/Divulgação: Usina Jacarezinho comemora 2 mil dias sem acidentes na sua área agrícola
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Usina Jacarezinho, produtora de açúcar, etanol, levedura e bioenergia a partir da cana-de-açúcar do Grupo Maringá, localizada no norte do Paraná, encerra a Safra 23/24 com moagem de 2,53 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, em uma safra mais açucareira. Ao todo, foram produzidas 184.000 toneladas do adoçante (58% do total, sendo 34,90% de açúcar branco e 65,10% de açúcar bruto) e 83.100 m3 de etanol (equivalente a 42%, sendo 97% anidro e 3% hidratado).

Em relação à produtividade, o TCH (Toneladas Colhidas por Hectare) apresentado na safra foi de 88,00, sendo o TAH (Toneladas de Açúcares Totais Recuperáveis por Hectare) de 11,6.

Também foram produzidas 3 mil toneladas de leveduras dos tipos inativa, autolisada e parede celular, que foram totalmente comercializadas. Elas são um subproduto orgânico oriundo da fermentação do etanol, que pode ser usado na alimentação animal.

Por sua vez, a Maringá Energia, unidade de cogeração que utiliza o bagaço da cana-de-açúcar resultante do processo produtivo na Usina Jacarezinho para produzir energia elétrica limpa e renovável, produziu 95.545 MWh, sendo que 47.000 MWh foram exportados.

“Enfrentamos uma safra mais seca, com poucas chuvas nos períodos mais críticos da colheita. Embora essa condição tenha afetado nossos resultados, conseguimos otimizar ao máximo a extração de açúcar da cana, evidenciando nossa eficiência operacional”, afirma o diretor de Operações Sucroenergético da Usina Jacarezinho, Condurme Aizzo.

Investimentos e expectativas

Para a safra 24/25, a Usina Jacarezinho deve colher os frutos do investimento de R$ 25 milhões em novos equipamentos para a fábrica de açúcar. Por isso, há a previsão de alcançar um mix de produção de 72% de açúcar ante 28% de etanol. Há também a expectativa da expansão na cogeração de energia no final de 2024, que deve saltar de 25 MWh para 50 MWh, elevando a exportação de 10 MW médios para 35 MW médios.

“Nossa estratégia inclui a continuidade da produção de leveduras, o incremento do uso de inteligência artificial em vários processos e a aplicação de vinhaça diretamente nos sulcos do plantio de cana como um fertilizante natural. Além disso, temos diversos outros investimentos em nosso radar, visando a melhoria da produtividade e a diversificação dos produtos, sempre pautados pela visão de sustentabilidade, atualmente em fase de amadurecimento e avaliação”, destaca o CFO do Grupo Maringá, Eduardo Lambiasi.

Informações Grupo Maringá
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Episódio 26: Manejo de plantas daninhas em cana: por que começar antes faz toda a diferença?

Episódio 25: Bioenergia sem limites: o futuro da cana além do açúcar e do etanol

Enviamos diariamente um boletim informativo com destaques do setor bioenergético 

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