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Usina Lins otimiza plantio mecanizado e gasta menos mudas de cana

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Acessórios incorporados à plantadora, como sulcador com dispositivo destorroador e caixas de óxido, diminuem custo e melhoram aproveitamento de insumos

A Usina Lins possui 12 plantadoras de cana, sendo todas automatizadas, que fazem o plantio de 8 mil hectares, em média, por ano (Crédito: Usina Lins)

Novos recursos incorporados as máquinas, que realizam o plantio mecanizado de cana-de-açúcar, estão gerando benefícios adicionais a essa operação em lavouras de produtores e usinas, como o aprimoramento e o barateamento do preparo do solo, o melhor aproveitamento de insumos, a redução de impactos de déficit hídrico nas plantas.

A utilização do Sulcador com Dispositivo Destorroador, que é um dos acessórios da Plantadora de Cana Picada PCP 6000 Automatizada da DMB, possibilita, por exemplo, a simplificação do preparo do solo, diminuindo o número de operações, principalmente em relação às gradagens – destaca Rodrigo Corrêa, diretor agrícola da Usina Lins, localizada no município do mesmo nome no estado de São Paulo.

Em decorrência do uso do sulcador, há uma redução de custo nessa etapa do processo de produção de cana-de-açúcar – revela o diretor dessa unidade sucroenergética, que incorporou este recurso às suas máquinas automatizadas.

“O sulcador permite um preparo final do solo adequado à deposição do rebolo”, afirma. Com haste que pode atingir uma profundidade de até 40 centímetros, o acessório elimina torrões e ondulações do terreno. O uso do sulcador cria um ambiente propicio para a brotação da gema, diminuindo o número de falhas e da quantidade de mudas usadas no plantio.

Novos recursos incorporados as plantadoras automatizadas geram benefícios adicionais ao plantio mecanizado de cana. (Crédito: Usina Lins)

A utilização das caixas de óxido – que são também recursos adicionais da plantadora automatizada – cria condições favoráveis para a incorporação de óxido de cálcio e magnésio, que são poucos móveis no solo, observa Rodrigo Corrêa. A aplicação destes nutrientes em profundidade facilita o desenvolvimento das raízes – explica.

“O uso dos óxidos, durante o plantio de cana, não substitui a calagem que deve ser realizada em área total. O maior benefício é a exploração radicular no solo em profundidade, o que minimiza os impactos de déficit hídrico nas plantas”, ressalta.

Outro componente da plantadora, que tem ajudado a Usina Lins a melhorar o processo de plantio e de produção de cana-de-açúcar, é o controle automatizado dos insumos que permite uma melhor distribuição, otimizando recursos e garantindo a qualidade da operação – afirma o diretor agrícola.

As plantadoras mecanizadas de cana tiveram uma evolução significativa – avalia –, ­ visando redução do consumo de mão de obra, economia de mudas, uniformidade de distribuição dos rebolos, qualidade da aplicação dos defensivos, estimulantes e fertilizantes.

O plantio mecanizado automatizado é realidade na Usina Lins desde 2017. “Estamos satisfeitos com os resultados, obtendo plantios muito bons, com diminuição de mão de obra e baixo índice de falha. Com o plantio automatizado, conseguimos reduzir o consumo de mudas de 18 para 13 toneladas por hectare”, resume.

Essa unidade sucroenergética possui 12 plantadoras, sendo todas automatizadas, que fazem o plantio de 8 mil hectares, em média, por ano. As máquinas são dotadas de Sulcador com Dispositivo Destorroador e 2 Caixas de Óxidos.

Fonte: Assessoria de comunicação

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