Home Sem categoria CNA admite fim do imposto sindical e traz solidez à Reforma Trabalhista
Sem categoria

CNA admite fim do imposto sindical e traz solidez à Reforma Trabalhista

Compartilhar

Em carta a agricultores, presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil reconhece a extinção da obrigatoriedade da cobrança da contribuição sindical, garantindo segurança ao produtor rural sobre o fim do pagamento compulsório
 
 
A Sociedade Rural Brasileira (SRB) sempre defendeu o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, conquistada em uma mudança histórica, garantida pela Lei da Reforma Trabalhista, de nº 13.467/2017. Agora, a entidade destaca que esta nova Lei foi reconhecida pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em carta enviada aos produtores rurais. A extinção deste tributo, arbitrariamente imposto aos produtores rurais, é uma vitória importante do setor.

Em carta assinada pelo seu presidente, João Martins da Silva Júnior, a CNA, que não aceitava abrir mão do imposto sindical, admite a mudança da lei ao destacar que “O fim da contribuição sindical obrigatória significa o fim do sindicalismo obrigatório por lei”.

A Sociedade Rural Brasileira – que representa e defende o produtor rural desde sua fundação, em 1919, e recebe contribuições espontâneas de seus associados – avalia que essa conquista é de significativa relevância para o setor produtivo e também simboliza o fortalecimento da SRB ao lado do produtor rural, em defesa do legítimo interesse do setor, concretizado pela Reforma Trabalhista.

Com a entrada em vigor da nova Lei, está aprovado o caráter opcional da contribuição sindical. Pela nova regra, a cobrança está condicionada à prévia e expressa autorização dos produtores e proprietários rurais. Dessa forma, segundo avaliação da SRB, o posicionamento expresso, público e contundente da CNA reforça a legitimidade aos produtores rurais de não pagar o encargo, sobretudo, se não se sentirem amparados e representados pelo sistema sindical da CNA.

Caberá ao indivíduo, com o amparo da nova legislação, decidir se associar a qualquer instituição representativa, que poderá receber espontaneamente o aporte financeiro de categorias profissionais e setores produtivos associados.

A entidade ainda ressalta que a nova lei assegura maior transparência nas relações de trabalho, assim como deve resultar na melhora da representação institucional dos cidadãos. Dessa forma, a SRB ressalta a necessidade de o produtor rural participar de entidades de classe que estejam alinhadas com seus posicionamentos para assim assegurar a representatividade do setor e a proteção dos direitos dos produtores rurais.

Na avaliação de Marcelo Vieira, presidente da SRB, “o fim da contribuição sindical obrigatória representa uma grande oportunidade para que as pessoas e empresas participem efetivamente de suas entidades”. “Torna-se possível definir com mais clareza, transparência e voluntariedade como categorias e produtores desejam ser representados e se desejam contribuir, com quanto contribuir e a quem contribuir para a melhor defesa dos seus interesses”, diz o presidente.

Compartilhar

Episódio 23: O etanol de milho pode mudar o futuro das usinas brasileiras?

Episódio 22: Como as tecnologias e a IA impactam as operações agrícolas?

Enviamos diariamente um boletim informativo com destaques do setor bioenergético 

Artigo Relacionado
Renovabio
Sem categoria

MME abre consulta pública sobre metas de descarbonização do RenovaBio para 2026-2035

O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu nesta quinta-feira (11) a...

MercadoSem categoria

Conab mantém projeção de recorde de produção de grãos em 2024/25

Companhia estima colheita de 322,4 milhões de toneladas, volume 8,2% maior do...

AgrícolaSem categoriaÚltimas Notícias

Monitoramento de produtividade de cana-de-açúcar com o uso do NDVI

A cana-de-açúcar é uma das principais culturas agrícolas do Brasil e de...

Sem categoria

Cbios: Governo pretende transferir regulação de títulos

A responsabilidade sobre a regulação financeira dos Cbios (Créditos de Descarbonização) poderá...