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Participantes discutem bioeconomia, segurança alimentar e energética no 2º dia do GAF

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Os participantes do 2º dia do Global Agribusiness Forum (GAF) discutem nesta terça-feira (24) temas como bioeconomia, segurança alimentar e energética, o papel da mídia para o agronegócio, acordo do clima, a revolução das máquinas, dentre outros temas.

Esta é a 4ª edição do GAF, que neste ano tem como tema central: “A ciência do campo a serviço do planeta: A ação é agora”. O GAF é um encontro internacional que reúne os maiores expoentes da agricultura mundial, para debater o agronegócio e buscar soluções para desafios enfrentados pela humanidade para se desenvolver socioeconomicamente e preservar o meio ambiente. A UDOP – União dos Produtores de Bioenergia está representada no evento pelo seu presidente executivo, Antonio Cesar Salibe.

Salibe destacou a qualidade do evento. “Em mais um ano a Datagro, responsável principal pela organização do GAF, acertou nos temas e nos palestrantes. Trata-se de um evento ímpar para uma discussão ampla de assuntos tão importantes para o futuro da segurança alimentar e energética no Brasil e no mundo. Parabéns ao Plínio Nastari e toda a família Datagro por mais um excelente evento”, destacou o presidente executivo da UDOP.

O GAF é realizado pela SRB (Sociedade Rural Brasileira), representante do setor agrícola no Brasil, defendendo produtores de todas as culturas e pecuaristas, em conjunto com a ABRAMILHO (Associação Brasileira de Produtores de Milho) e a International Maize Alliance (MAIZALL) cujo objetivo principal é de colaborar em uma base global e abordar as principais questões relacionadas com a segurança alimentar, biotecnologia, gestão, comércio e imagem do produtor; a ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu), com a missão de promover o aumento sustentável da produção mundial de carne e leite, através do registro genealógico, melhoramento genético e promoção das raças zebuínas.

Já a ABRAFRUTAS (Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados) representando a fruticultura brasileira frente ao mercado internacional; o Fórum Nacional Sucroenergético, entidade que reúne todos os sindicatos e associações dos Setores de Açúcar e Etanol no Brasil; a UNEM (União Nacional do Etanol de Milho) com o objetivo de fomentar o desenvolvimento industrial do etanol de milho no país e a DATAGRO, uma das maiores empresas de consultoria agrícola do mundo.

Fonte: Agência UDOP de Notícias 

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Episódio 23: O etanol de milho pode mudar o futuro das usinas brasileiras?

Episódio 22: Como as tecnologias e a IA impactam as operações agrícolas?

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