Home Sem categoria Queda no mercado de defensivos para cana-de-açúcar, segundo consultoria
Sem categoria

Queda no mercado de defensivos para cana-de-açúcar, segundo consultoria

Compartilhar

Consultoria aponta para uma redução de 3,8%, em valor, ante 2020

A Pandemia do Coronavírus no Brasil e no mundo vem desestabilizando todos os segmentos econômicos, como de insumos agrícolas
No ano de 2020 o setor sucroenergético demandou US$ 1,4 bilhão em produtos, trata-se da segunda redução consecutiva desse mercado, que no ciclo 2019 caiu 2% frente ao anterior, para US$ 1,442 bilhão.

A movimentação de defensivos agrícolas para a cana-de-açúcar deverá ter uma queda de 3,8%, em dólar. Os dados foram divulgados no levantamento BIP – Business Inteligence Panel, da consultoria Spark Inteligência Estratégica.

Conforme a empresa, no ano de 2020 o setor sucroenergético demandou US$ 1,4 bilhão em produtos. Trata-se da segunda redução consecutiva desse mercado, que no ciclo 2019 caiu 2% frente ao anterior, para US$ 1,442 bilhão. Já em moeda local, houve alta de 7,6% nas vendas, de R$ 5,5 bilhões para R$ 5,9 bilhões.

O coordenador de projetos e especialista em pesquisa de mercado da Spark, Alberto Oliveira, explica que o resultado negativo em dólar se deve à desvalorização de 10,6% da moeda brasileira durante a safra (dólar médio da época de compra de insumos), e à redução da área plantada da cultura, de 1,8%, para 9,122 milhões de hectares.

Segundo Oliveira, o maior recuo no plantio, de 13%, ocorreu na cana planta, que corresponde a 15% do total cultivado no país (1,385 milhão de hectares em 2020).

Segundo a Spark, os herbicidas lideraram a relação de agroquímicos mais utilizados na cana-de-açúcar, com 53% de participação e vendas de US$ 729 milhões. Na segunda posição, os inseticidas movimentaram US$ 548 milhões, 39% do mercado total.

Em terceiro lugar, os reguladores de crescimento registraram 4% da comercialização, chegando a US$ 54 milhões. Deste montante, 66% equivalem a maturadores (US$ 35 milhões), 31% a inibidores de florescimento (US$ 17 milhões) e 3% a bioestimulantes (US$ 1 milhão).

A categoria dos fungicidas aparece na quarta posição no BIP Spark Cana, com vendas de US$ 44 milhões, 3% da movimentação total da cultura. Os produtos adjuvantes fecham o resultado, com 1% (US$ 13 milhões).

Alberto Oliveira ressalta ainda que os chamados herbicidas seletivos responderam por 80% das vendas da categoria. Ele destaca também que entre os inseticidas, segundo segmento em importância, foi impulsionado pelo controle das pragas cigarrinha (35%), broca-da-cana (21%) bicudo-da-cana, (Sphenophorus levis), esta com 19% e nematoides (13%). Cupins e Migdolus, somados, totalizaram 12%.

Compartilhar

Episódio 23: O etanol de milho pode mudar o futuro das usinas brasileiras?

Episódio 22: Como as tecnologias e a IA impactam as operações agrícolas?

Enviamos diariamente um boletim informativo com destaques do setor bioenergético 

Artigo Relacionado
Renovabio
Sem categoria

MME abre consulta pública sobre metas de descarbonização do RenovaBio para 2026-2035

O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu nesta quinta-feira (11) a...

MercadoSem categoria

Conab mantém projeção de recorde de produção de grãos em 2024/25

Companhia estima colheita de 322,4 milhões de toneladas, volume 8,2% maior do...

AgrícolaSem categoriaÚltimas Notícias

Monitoramento de produtividade de cana-de-açúcar com o uso do NDVI

A cana-de-açúcar é uma das principais culturas agrícolas do Brasil e de...

Sem categoria

Cbios: Governo pretende transferir regulação de títulos

A responsabilidade sobre a regulação financeira dos Cbios (Créditos de Descarbonização) poderá...