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BrasilAgro alcança 90% da frota agrícola conectada e amplia controle das operações com centro digital integrado

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Companhia investiu cerca de R$ 12 milhões em tecnologia, conectividade e monitoramento na safra 2024/25

A BrasilAgro (AGRO3) alcançou, na safra 2024/25, a marca de mais de 90% da frota estratégica de máquinas conectada, conforme divulgado no relatório de sustentabilidade da companhia. Inseridos em uma estratégia contínua de digitalização e modernização das operações, os investimentos da empresa em tecnologia da informação, conectividade e programas de monitoramento somaram cerca de R$ 12 milhões na safra 2024/25.

O avanço consolida o uso de telemetria, conectividade digital e análise de dados nas operações agrícolas e está associado à criação do Centro de Operações Agrícolas (COA), estrutura dedicada ao monitoramento em tempo real das atividades no campo.

Entre os ganhos, a companhia consegue monitorar consumo de combustível, desempenho dos equipamentos e eficiência na aplicação de insumos e defensivos agrícolas. “A conectividade amplia um modelo de gestão que já faz parte da nossa rotina. O uso estruturado de dados fortalece a qualidade das decisões, dá mais autonomia às equipes e aumenta a capacidade de antecipar riscos e ajustar as operações com rapidez”, afirma André Guillaumon, CEO da BrasilAgro.

A partir do COA, a companhia passou a integrar informações operacionais e agronômicas em um ambiente único, o que eliminou falhas de registro, aumentou a confiabilidade dos indicadores e permitiu decisões mais assertivas.
No mesmo período, a empresa avançou no uso de pulverização seletiva com visão computacional e Inteligência Artificial (IA). A tecnologia foi aplicada na Fazenda Jataí, em São Félix do Araguaia, Mato Grosso, e na Fazenda Moroti, no Paraguai, permitindo identificar e eliminar plantas daninhas com base em sua tonalidade. Como resultado, houve redução superior a 50% no uso de herbicidas, com menor número de aplicações e impactos ambientais associados.

“Quando conseguimos produzir mais usando menos insumos, estamos falando não apenas de eficiência econômica, mas de responsabilidade com o território, com as pessoas e com o futuro da atividade agrícola. Esse é o tipo de decisão que sustenta o negócio no longo prazo”, destaca Guillaumon.

Especializada na compra e venda de propriedades rurais e na produção de alimentos, fibras e bioenergia, a BrasilAgro possui um portfólio de 21 propriedades rurais, sendo 11 fazendas próprias e 10 parcerias agrícolas. As operações estão distribuídas em seis estados do Brasil, além do Paraguai e da Bolívia, totalizando mais de 252 mil hectares, dos quais mais de 188 mil hectares estão disponíveis para produção. O valor de mercado do portfólio de terras da companhia é estimado em R$ 3,5 bilhões, segundo a Deloitte Consultoria.

 

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