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Açúcar: força do dólar e perspectiva de exportação indiana impacta preços

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Os preços do açúcar na quarta-feira fecharam moderadamente em baixa, já que a força do dólar pesou sobre a maioria dos preços das commodities, incluindo o açúcar. O contrato do açúcar bruto com vencimento em maio caiu 0,16 centavo de dólar, ou 0,8%, para 19,35 centavos de dólar por libra-peso. O contrato do açúcar branco com vencimento em maio caiu 0,8%, indo a US$ 540,30 por tonelada.

Os preços do açúcar subiram nas últimas duas semanas, com o açúcar de NY registrando uma alta de 1 mês na última terça-feira e o açúcar de Londres registrando uma alta de 4 meses devido a sinais de menor produção global de açúcar.

Os futuros de açúcar também são impactados com a perspectiva de exportações indianas e chuvas no Centro-Sul brasileiro. A notícia de que a Índia permitiria que as usinas cumprissem uma cota de exportação de 1 milhão de toneladas foram vistas como baixistas, segundo comerciantes revelaram à Reuters.

Fontes disseram a Reuters que a Índia não restringirá as usinas de exportar a cota de 1 milhão de toneladas de açúcar permitidas para a temporada atual, anulando especulações de que a queda nas estimativas de produção para o ano atual levaria as autoridades a restringirem as vendas para o exterior.

LEIA MAIS: Mato Grosso do Sul espera processar 50,5 milhões de t na safra 2025/26, alta de 4,12%

A Índia, segundo maior produtor de açúcar do mundo, estabeleceu em janeiro uma permissão de exportação de 1 milhão de toneladas até setembro de 2025, pois tanto o governo quanto a indústria acreditavam que havia um excedente para os mercados estrangeiros. Desde então, grupos industriais reduziram suas previsões de produção para o ano atual, levantando preocupações sobre possíveis escassez de oferta e restrições à exportação.

No entanto, a Índia tem estoques mais do que suficientes para atender ao consumo doméstico e às necessidades de etanol, razão pela qual o governo decidiu que as usinas teriam permissão para exportar açúcar.

Com informações da Barchart e Reuters
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