Home Últimas Notícias Alckmin exalta aprovação e diz que mercado de carbono é estímulo para setor privado
Últimas Notícias

Alckmin exalta aprovação e diz que mercado de carbono é estímulo para setor privado

O Governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, assina termo de cooperação entre o Instituto Ayrton Senna, Secretaria da Educação e Artesp. Data: 05/04/2018 Local: São Paulo/SP Foto: Governo do Estado de São Paulo
Compartilhar

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, exaltou a aprovação do projeto de lei sobre o mercado regulado de crédito de carbono, na quarta-feira, 14, pelo Senado Federal. Alckmin afirmou que o “mercado de carbono é o grande estímulo para o setor privado e para todos os países”.

“O mercado regulado é necessário”, disse o também ministro do desenvolvimento, indústria, comércio e serviços. “Vai estimular uma produção com menor pegada de carbono, com menor emissão. De um lado, premia quem reduz [as emissões], dando a ele um crédito de carbono, que pode ser comercializado no mercado regulado. Do outro, vai onerar aquele que está poluindo mais”, acrescentou.

Alckmin também é o chefe da delegação brasileira na 29ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP29).

O crédito de carbono é emitido por quem consegue reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) e comprado por quem não corta ou continua aumentando as emissões. Nesse sentido, regulações nacionais e compromissos multilaterais limitam o quanto uma empresa, por exemplo, pode comprar em crédito de carbono a fim de cumprir as normas e metas locais de net zero (saldo zero entre emissões e remoções de GEE da atmosfera).

Como sofreu ajustes no Senado, o projeto de lei precisa voltar para apreciação na Câmara dos Deputados. “Agora falta só a última etapa, que é votar na Câmara. O importante é que o mercado regulado vem ao encontro da NDC [sigla em inglês para Contribuição Nacionalmente Determinada] que nós apresentamos ontem”, disse o vice-presidente na entrevista à imprensa.

Alckmin repetiu que a NDC tem como teto a meta de reduzir em 67% as emissões de GEE, o que mostra que o Brasil está comprometido com o combate à mudança climática. “O Brasil é exemplo para o mundo de descarbonização de combustível”, disse, repetindo o discurso desta semana sobre biodiesel, SAF, frota flex e etanol.

Com informações da Agência Estado 

 

Compartilhar

Ep. 21: O futuro do setor sucroenergético | Perspectiva para Safra 2026/27

Episódio 20: Murchamento: A Nova Ameaça da Cana | DaCana Cast

Enviamos diariamente um boletim informativo com destaques do setor bioenergético 

Artigo Relacionado
DestaqueÚltimas Notícias

Colombo abre a safra 2026/27 com projeção de 11 milhões de toneladas de cana-de-açúcar

Em início do novo ciclo, sucroenergética destaca segurança, eficiência operacional e integração...

CMAA
Últimas NotíciasDestaque

Itaú vira sócio de novo braço de energia da Companhia Mineira de Açúcar e Álcool

O Itaú está entrando como sócio minoritário da CMAA Energia, braço recém-criado...

DestaqueOpiniãoÚltimas Notícias

A escolha equivocada de variedades pode quebrar uma usina: mito ou verdade?

Dando continuidade ao tema e aos assuntos voltados à importância das variedades de cana-de-açúcar...

Últimas Notícias

Exportação de etanol pelos EUA em março sobe 4% ante fevereiro

Os Estados Unidos exportaram 217,8 milhões de galões (824,38 milhões de litros)...