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Opinião: 50 anos do Proálcool: o Brasil como potência verde

Em 14 de novembro de 1975, o governo brasileiro instituiu o Programa Nacional do Álcool (Proálcool), uma resposta estratégica à crise mundial do...

Últimas NotíciasOpinião

Haverá etanol para a demanda atual até a próxima safra?

Com queda na produção, demanda resiliente e paridade ainda favorável ao hidratado, projeções indicam risco de aperto no mercado. Em qualquer mercado de...

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Opinião: Reduzir custos ou comprometer o futuro? O falso alívio do corte nos canaviais

Cortar o supérfluo e focar no essencial é uma reação natural em épocas de “vacas magras”. Boa parte de nós já passou por...

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Safra 2026/27 será de gestão radical de custos e o Headcount precisa estar no radar

Estamos caminhando para o fim da safra 25/26 com quebra de produção juntamente com aumento de custos e preços ruins dos nossos produtos....

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Opinião: Do trator ao tanque: por que as dívidas bilionárias do agro ameaçam o fluxo de diesel nas rodovias grandes postos VIBRA/SHELL/IPIRANGA

O agro brasileiro segue forte. No primeiro trimestre de 2025, o PIB do setor cresceu 6,49%, com projeção de chegar a R$ 3,79...

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Opinião: Raízen enxuga a casa — e o mercado segura o fôlego

A Raízen aprovou em 1º de novembro uma reorganização que muda o tabuleiro do setor. A operação inclui a cisão parcial da Bioenergia...

Últimas NotíciasDestaqueOpiniãoPopularRecursos Humanos

Especial RH: Competente X Incompetente

 Ou será: competente incompetente x incompetente competente? por Renato Fazzolari Alguma vez você já se perguntou ou comentou com alguma outra pessoa,“- Como...

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Opinião: Cana em São Paulo gasta cada vez mais e entrega cada vez menos

Tive a curiosidade de comparar as linhas de tendência de produtividade agrícola de 4 culturas no Estado de São Paulo nos últimos 24...

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Opinião: No açúcar, o mercado prende a respiração

Na semana em que o açúcar tomou conta de São Paulo — eventos, encontros, conversas de corredor e muito burburinho — Nova York...

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Opinião: O agronegócio sob fogo cruzado

O atual governo é muito bom em eleger inimigos e fazer demagogia, jogando o povo contra determinados alvos, como, por exemplo, pobres contra...

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Açúcar: Voos às cegas: manual da falta de risco

Mais uma semana de colapso em Nova York. O açúcar fechou cotado a 15.53 centavos de dólar por libra-peso, acumulando uma queda de...

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Opinião: Quanto de cana preciso produzir para pagar o custo? Depende.

Eu sei, resposta clássica de agrônomo, mas, é verdade. Depende de quanto se gasta. E por quanto se vende. É o raciocínio clássico...

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Bagaço de cana já gera energia equivalente a ¼ de Itaipu e ganha força no setor elétrico

A safra 2025/26 da cana-de-açúcar está com um sinal de alerta. Segundo levantamento da NovaCana, a média das projeções indica moagem de 596...

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Produtividade e eficiência agrícola: resultados da safra de cana até setembro

Estamos caminhando para o fim da safra 2025/26 no Centro-Sul do Brasil, muitas unidades devem encerrar seu período de moagem ainda no mês...

Últimas NotíciasAgrícolaOpinião

Pergunta que não quer calar no setor canavieiro: por que a produtividade da cana não evolui no Centro-Sul?

Mesmo com a constante liberação de novas variedades, por que não vemos mudanças significativas? A cana-de-açúcar é uma cultura semiperene, de clima quente...

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Mercado de açúcar enfrenta tempestade perfeita com efeito El Niño, mudança de posição dos fundos e quebras de safra global Especialistas apontam volatilidade histórica, revisões para baixo na produção do Centro-Sul brasileiro e desafios industriais com a cana no campo. São Paulo, outubro de 2026 – O mercado global de açúcar e commodities vive um momento de forte volatilidade e reconfiguração de cenários, impulsionado por fatores macroeconômicos e climáticos. A discussão fez parte da programação desta terça-feira, 27 de outubro, durante a 26ª Conferência Internacional DATAGRO sobre Açúcar e Etanol. Durante o painel “Fundamentos do Mercado Internacional de Açúcar”, moderado por Thiago Duarte, Associate Partner do BTG Pactual, e com a participação de lideranças do setor, representado por Jeremy Austin (Diretor Geral da Sucden Brasil), Mario de Rezende Barbosa (Diretor de Estratégia da LDC) e Paulo Garcia (CEO da Vital Commodities), foram debatidos os impactos do fenômeno El Niño, o comportamento especulativo dos fundos e os gargalos na produção do Centro-Sul do Brasil, além de quebras nas safras da Índia e da Europa. O papel do El Niño e a virada histórica dos fundos O mercado internacional registrou uma reviravolta histórica na posição dos fundos especulativos e em contratos em aberto, impulsionado por uma tempestade perfeita macroeconômica que envolveu o avanço do El Niño e conflitos geopolíticos. O moderador Thiago Duarte relata que aprendeu com Plínio Nastari, presidente da DATAGRO, que nenhuma safra é igual à outra, todas têm suas características próprias, o que fica evidente no ciclo de produção atual. “O mercado muda muito, tem o El Niño que está agindo muito, tem parte especulativa que foi comprando, estavam com 100 mil lotes vendidos, agora são 120 mil lotes comprados. O El Niño que está atingindo antes do previsto o Centro-Sul do Brasil, então a produção está mais complicada, mais atrasada com chuvas”, diz Jeremy Austin, Diretor Geral da Sucden Brasil. Revisão de safra e desafios industriais no Centro-Sul No Brasil, a produção enfrenta atrasos e perdas consideráveis. A necessidade de maximizar o açúcar o mais cedo possível e o comportamento dos fundos frente aos fundamentos foram pontuados por Mario de Rezende Barbosa, Diretor de Estratégia da LDC. “Virou algo muito mais macro do que o próprio fundamento do açúcar; o açúcar foi comprado em busca de commodity por muitos fatores. A maximização de açúcar o mais cedo possível faz parte da premissa que estamos usando hoje”, considera. No entanto, a gestão desse volume traz desafios operacionais severos para a indústria, como a cana “pisada” e as incertezas sobre o calendário de moagem. “Eu ouço muito dizer que as usinas vão começar em março; eu acho muito difícil que isso aconteça, porque quando todas as usinas estão se organizando para moer próximo ao Natal. Todas elas passam por uma entressafra e vão estar entregando seus equipamentos e os prestadores de serviço em janeiro”, acredita Paulo Garcia, CEO da Vital Commodities. Cenário internacional: Índia e Europa Os participantes do painel também falaram sobre o cenário internacional, pontuando que tanto a Índia quanto a Europa registraram quedas expressivas em suas estimativas de produção, pressionando ainda mais a balança global e reduzindo os excedentes exportáveis frente à lentidão nos embarques indianos e à diminuição de área plantada no continente europeu.

Episódio 32: Manutenção de mancais: como evitar falhas e paradas durante a safra?

Episódio 31: Como aumentar a confiabilidade dos acionamentos mecânicos nas usinas?

Enviamos diariamente um boletim informativo com destaques do setor bioenergético