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A Comissão Nacional de Cana-de-Açúcar da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu, na quarta (15), a última reunião do ano para discutir as ações para o setor em 2022.

Entre os itens da pauta, os membros trataram do Projeto de Lei n.º 3149/2020, que inclui produtores independentes de matérias-primas para produção de biocombustíveis no Renovabio.

Outro tema debatido na reunião foram as perspectivas para os mercados de açúcar e etanol no próximo ciclo. O analista econômico do Pecege Projetos, Raphael Delloiagono, fez uma apresentação onde mostrou as projeções para a safra 22/23 na região Centro-Sul e safra 21/22 na região Norte-Nordeste.

O coordenador de Sustentabilidade da Confederação, Nelson Filho, fez um balanço geral da participação da CNA na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021 (COP 26).

Filho destacou que a conferência foi exitosa para o Brasil como um todo, em especial para o agro, e trouxe oportunidades para vários setores, como o da cana, no cumprimento das Metas Nacionalmente Determinadas (NDC) do País e da regulamentação do mercado de carbono.

“Isso vai demandar uma ação doméstica muito intensa do agro, mas que irá refletir como um diferencial competitivo para o Brasil”, afirmou.

Para o presidente da Comissão, Enio Fernandes, o agro terá um grande desafio pela frente com as resoluções da COP26, mas “a união das entidades será fundamental e um caminho positivo para o setor ter resultados”.

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