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Os contratos futuros do açúcar fecharam mistos nesta quinta-feira (22) nas bolsas internacionais, enquanto o mercado ainda avalia possíveis impactos de nova geada em algumas regiões canavieiras. A expectativa, no entanto, é de que os prejuízos, desta vez, não sejam grandes, pois o fenômeno pode ter afetado áreas cuja colheita já havia sido realizada.

Em Nova York, na ICE, o açúcar bruto fechou desvalorizado nas duas primeiras telas, outubro/21 e março/22, contratado, respectivamente, a 17,62 e 18,08 centavos de dólar por libra-peso, queda de 5 e 1 ponto no comparativo com a véspera. Os demais lotes oscilaram entre a estabilidade e valorização de até 4 pontos.

Segundo a Reuters, operadores afirmaram que a menos que os fatores macroeconômicos se tornem definitivamente negativos, o açúcar deve avançar, com a produção estimada do Brasil provavelmente sendo reduzida nas próximas semanas, devido à geada e seca anterior. “Atualmente a tendência é neutra. Mas acreditamos que as chances de um movimento de alta estão aumentando”, disse um corretor dos Estados Unidos à Agência de Notícias.

Açúcar branco

Em Londres o açúcar branco também fechou no vermelho nas primeiras telas. O vencimento outubro/21 foi contratado ontem a US$ 447,00 a tonelada, recuo de 3,40 dólares no comparativo com a véspera. Já as telas dezembro/21 e março/22 recuaram 1,50 e 50 cents de dólar, respectivamente. Os demais contratos subiram entre 40 e 60 cents de dólar, com exceção do lote dezembro/22 que recuou 50 cents.

Açúcar cristal

No mercado doméstico a quinta-feira foi de alta no açúcar cristal medido pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi negociada ontem a R$ 117,42, valorização de 0,54% no comparativo com os preços praticados no dia anterior.

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