Home Mercado Brasil tem potencial de suprir 22% da demanda global de créditos de carbono
Mercado

Brasil tem potencial de suprir 22% da demanda global de créditos de carbono

CNA, agro
Imagem/Ilustrativa (CNA Agro)
Compartilhar

Um estudo feito pelo ICC Brasil (International Chamber of Commerce) aponta que o Brasil tem potencial de suprir 22% da demanda global de créditos de carbono. Ou seja, quando há menor emissão de carbono na atmosfera do que o estabelecido, a diferença pode ser comercializada com outras empresas na forma de crédito de carbono.

Mas, para que isso ocorra, a diretora-executiva do ICC Brasil, Gabriella Dorhiac, disse em entrevista à CNN que há alguns pré-requisitos.

Um deles é que o país apoie a aprovação do artigo 6 do Acordo de Paris na Conferência do Clima das Nações Unidas (COP26), que trata justamente da cooperação e da regulação do mercado de carbono global. A COP26 etá marcada para novembro, na cidade de Glasgow, na Escócia.

Se isso se concretizar, Dorhiac destaca que “o Brasil precisa criar uma estrutura para certificação dos créditos”. Segundo ela, “é uma cadeia de benefícios muito poderosa”.
No Brasil, a compra e a venda do crédito acontece atualmente de forma voluntária.

Compartilhar

Episódio 24: A irrigação será indispensável para o futuro da cana-de-açúcar?

Episódio 23: O etanol de milho pode mudar o futuro das usinas brasileiras?

Enviamos diariamente um boletim informativo com destaques do setor bioenergético 

Artigo Relacionado
Últimas NotíciasMercado

Petróleo sobe com cobertura de posições antes de feriado nos EUA

Os preços do petróleo registraram pequenos ganhos nesta quinta-feira, 2, à medida...

Últimas NotíciasMercado

Preços do açúcar avançam pela quarta sessão consecutiva com preocupação sobre monções na Índia

Déficit de chuvas no segundo maior produtor mundial, menor produção de açúcar...

Últimas NotíciasMercado

Chuvas sustentam preços do etanol pela terceira semana consecutiva no mercado paulista

Paralisações na moagem limitaram a oferta do biocombustível, enquanto distribuidoras seguem cautelosas...