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Antes mesmo do termo ESG (ambiental, social e governança, em português) se tornar pauta prioritária de muitas empresas, a Usina Coruripe, uma das maiores do setor sucroenergético no país, já desenvolvia ações que englobam todas essas áreas. Há 21 anos, a empresa mantém, em parceria com a Prefeitura de Teotônio Vilela (AL), o projeto Barriga Cheia, que disponibiliza 250 hectares de terras para as famílias da cidade realizarem o plantio de feijão. Cerca de 600 famílias são beneficiadas com o plantio e a colheita tanto para uso próprio quanto para a geração de renda.

No Dia do Agricultor (28 de julho), foi realizada a colheita deste ano, que totalizou 6 mil sacas de 50kg de feijão. Na oportunidade, estiveram presentes o prefeito de Teotônio Vilela, Peu Pereira, o vice-prefeito Márcio Vilela, a deputada estadual Jó Pereira, o secretário de Agricultura, José Araújo dos Santos, e o gerente agrícola da Usina Coruripe, Pedro Carnaúba. “Esse trabalho vem sendo realizado com muita responsabilidade, dedicação e com a missão de colocar feijão na mesa de centenas de famílias. Isso gera um importante impacto social e nós estamos à disposição para continuar apoiando esse importante projeto”, destacou Carnaúba na ocasião.

O “Barriga Cheia”, que foi idealizado à época pelo atual secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Teotônio Vilela, Gordivaldo dos Santos Vilela, é exemplo para outras cidades alagoanas: Coruripe (por meio do projeto Maná) e Feliz Deserto (projeto também denominado Barriga Cheia). Nesses dois municípios, a Usina Coruripe disponibiliza 175 hectares de terra para cultivo de feijão, o que beneficia 350 famílias em situação de vulnerabilidade social. Além de favorecer as famílias com alimento na mesa, a prática fortalece a terra, pois a leguminosa é um adubo natural para a cana-de-açúcar.

Em meados de 1994, o município de Teotônio Vilela tinha a maior taxa de mortalidade infantil do país. Hoje, o município é certificado como o melhor em Atenção Básica de Alagoas e o quarto melhor do país, um reconhecimento recebido pelo trabalho em saúde básica. “Podemos observar uma grande transformação a partir de uma série de ações que geram melhorias para a comunidade. Sem dúvida, projetos como o Barriga Cheia oferecem uma qualidade de vida tanto de curto quanto de longo prazo. Essa iniciativa é muito importante para o combate à fome e à desigualdade social”, declara o presidente da Usina Coruripe, Mario Lorencatto.

Pandemia impulsiona desenvolvimento de ações de combate à fome

O projeto Barriga Cheia está em plena expansão e, neste ano, em função do contexto de pandemia, em que muitas famílias se encontram ainda mais necessitadas, a Coruripe plantou outros 13 hectares de feijão. O alimento está sendo distribuído a asilos, famílias com crianças, igrejas e outras instituições de Maceió e do entorno de Coruripe.

Outra ação social da usina neste período de pandemia foi a mobilização para doar alimentos às famílias que estão precisando de apoio. Neste mês, foram distribuídas 3.846 cestas básicas para pessoas em vulnerabilidade social em comunidades onde a empresa mantém unidades. Na campanha, a Coruripe incentivou colaboradores, fornecedores e parceiros a arrecadar mantimentos e se comprometeu a doar o dobro do que fosse arrecadado. A iniciativa recebeu cerca de 2 mil cestas básicas em 26 dias de campanha.

“Todos os projetos sociais e ambientais desenvolvidos pela Coruripe são motivo de muito orgulho. Iniciativas para erradicar a fome e reduzir a desigualdade social no país são fundamentais para uma sociedade com mais oportunidades. Estaremos sempre empenhados nas questões humanitárias e, mais do que gerar valor para a empresa, o propósito é transformar a vida dessas pessoas”, afirma Lorencatto.

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