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Usina de etanol de milho recebe licença ambiental e deve iniciar obras em MT

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A empresa Maracajá Bioenergia, que pretende realizar a instalação de uma usina de etanol de milho na cidade de Matupá, a 700 km de Cuiabá, MT , recebeu ontem, 07, licença ambiental da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA) de Mato Grosso para iniciar o projeto.

O projeto, na fase de construção o empreendimento, deve gerar mais de 800 empregos diretos e outros milhares de indiretos, além do investimento privado de R$ 250 milhões.

O ato da entrega da licença aconteceu no paço municipal, pelo Prefeito Municipal Fernando Zafonato com a presença do Vice-prefeito Bruno Mena, do Diretor da empresa Maracajá Bioenergia, Cleocélio Assis Moraes e dos sócios da empresa F.O. Engesan Mayse Onohara e Antônio Figueiredo Netto responsáveis pelo licenciamento ambiental do empreendimento.

A empresa Maracajá Bioenergia vai se instalar a 5 km do centro da cidade sentido Guarantã do Norte, em uma área de 400 mil metros.

A indústria vai processar por dia 750 t de milho, produzir 323 mil litros de etanol, 225 t de DDGS para alimentação animal, além da geração de 10 MWH de energia.

As tratativas para a construção da usina no município começaram no início do ano de 2020. À época, a empresa conversou com o então prefeito Valter Miotto, da intenção de se instalar no município.

De acordo com o diretor da empresa Maracajá Bioenergia, Cleocélio Assis Moraes, a licença prévia é o ponto fundamental no processo, pois garante que a Maracajá Bioenergia, desenvolva o projeto.

Para a emissão da licença, a SEMA verificou a viabilidade ambiental da indústria. A emissão da licença ocorreu após a comprovação e garantia de que a instalação da indústria de etanol de milho não causará dano ambiental.

Projeto começou em 2020

Em 2020 a Maracajá Bioenergia firmou algumas importantes parcerias para levar o projeto adiante. Além da F.O. Engesan, que auxiliou com o licenciamento ambiental, a companhia fez parceria com a americana LUCAS E3 para fornecimento da tecnologia do processo, com a BTZ Tecnologia, responsável pelo layout e pelo CAPEX, e com a Datagro para estruturação financeira.

Por Natália Cherubin

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