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Copersucar divulga Relatório de Sustentabilidade 2014-2016

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A Copersucar disponibiliza nesta sexta-feira (23 de dezembro de 2016) a quarta edição de seu Relatório de Sustentabilidade, relativo ao biênio 2014-2016, e novamente em acordo com as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI), com base na versão G4. O documento aponta para as principais ações sociais, ambientais, econômico-financeiras e de governança da Companhia, sob a ótica da empresa e da sociedade, com foco ampliado na cadeia de valor.

Como maior comercializadora global de açúcar e etanol do mundo, a Copersucar reforça, com este relatório, sua busca em ser mais eficaz e eficiente em seu papel de articulador de práticas sustentáveis em toda a cadeia produtiva da cana-de-açúcar, incluindo a sua atuação na comercialização e logística dos produtos sucroenergéticos. O setor produtivo da cana-de-açúcar é importante nas discussões sobre o futuro da economia global e de baixo carbono da sociedade, pois, entre todas as tecnologias desenvolvidas o etanol já é uma alternativa de baixo custo e prontamente disponível.

"Continuamos empenhados na missão de nutrir e mover a vida, criando valor para o negócio de forma sustentável e em benefício dos elos de sua cadeia de valor e da sociedade como um todo", afirma Luis Roberto Pogetti, presidente do Conselho de Administração.

"Acreditamos que as externalidades socioambientais positivas trazidas pelo etanol para a sociedade são uma das chaves do nosso futuro, ao lado de um olhar cada vez mais apurado para os requisitos de produção sustentável e consumo responsável do açúcar", reforça Paulo Roberto de Souza, diretor-presidente da Companhia.

Sustentabilidade global
O Acordo de Paris, resultado da Conferência do Clima (COP-21) realizada na França em 2015, reforçou a contribuição do etanol na mitigação dos gases de efeito estufa a partir da substituição dos combustíveis fósseis na matriz de transportes, o que endossa o posicionamento da Copersucar em prol do biocombustível. Além disso, a empresa reitera a defesa do consumo saudável do açúcar; a conservação da biodiversidade na cadeia de valor; a utilização racional de recursos naturais e dos serviços ecossistêmicos; e a ética nas relações.

Na útlima safra, mais duas Usinas-Sócias da Copersucar receberam a certificação Bonsucro –Santo Antônio e Uberaba, ambas do Grupo Balbo–, e assim chega-se a oito unidades produtoras que detêm o selo de sustentabilidade específico para a cana-de-açúcar, o que levou a 10,8 milhões de toneladas com essa certificação ao final da safra 2015-2016. A Companhia possui ainda a ISCC (International Sustainability and Carbon Certification), e ambos são dois protocolos admitidos na União Europeia.

Neste mesmo período, 94% das Usinas-Sócias estavam preparadas para atender ao padrão de combustíveis renováveis (RFS2) da EPA (Environmental Protection Agency), e 84% da Carb (a agência estadual de proteção ambiental da Califórnia), os dois para os Estados Unidos, além de 73% das unidades produtoras cumprirem as normas ambientais do Ministério da Economia, Comércio e Indústria (METI) do Japão. Todos estes avanços reforçam a estratégia de internacionalização, crescimento e ganhos estruturais da Companhia.

Logística e social
No período desta quarta edição do relatório, a Copersucar ressalta ainda os avanços na estabilização do investimento feito na Eco-Energy, nos Estados Unidos, e a maturação dos esforços na área de logística, com a volta à operação plena do Terminal Açucareiro Copersucar (TAC), no Porto de Santos (SP) –com recordes de movimentação–, e a entrada em operação do Terminal Copersucar de Etanol (TCE), em Paulínia (SP), autorizada ainda a operar os dutos de etanol (construídos com a Logum, da qual é acionista).

A educação, foco da Política de Investimento Social da Companhia, teve como marco a implantação do Programa Conecta, em Paulínia (SP), que já formou três turmas, e em Santos (SP), com sua primeira turma de graduados neste fim de 2016.

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Episódio 23: O etanol de milho pode mudar o futuro das usinas brasileiras?

Episódio 22: Como as tecnologias e a IA impactam as operações agrícolas?

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