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É bem possível que a cadeia do etanol hidratado tenha sentido algum recuo nas vendas com a escalada seguida dos preços ou tenha ficado mais cautelosa com novos anúncios de restrições impostas por governadores e prefeitos. Ontem os negócios foram mais lentos.

Pelo menos no elo da distribuição, na base Paulínia (SP), a mais importante do Brasil, o Indicador Diário do Etanol, pesquisado pelo Cepea, mostrou alta mais comedida, na comparação com a terça. Foi de 0,57%, com o litro a R$ 2,9730, contra 3,07% do dia anterior.

Na semana passada, a média de alta foi forte nas distribuidoras e ajudou a fechar o mês de fevereiro em quase mais 31%.

Mesmo assim, considerando uma conta simples, a margem das empresas na sexta-feira, sobre a média do avanço de preços nas usinas na mesma semana, de 7,25% (R$ 2,7100/litro), foi de R$ 0,1745, menor que a verificada na terça, de R$ 0,2630.

Da entender que na quarta a margem foi cortada, com o reajuste menor, possivelmente também sob menos apetite das indústrias.

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