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A produção de açúcar deve ser menor na safra 2021/22, considerando-se que o Centro-Sul brasileiro atingiu recorde em 2020 e que condições climáticas atípicas, como a estiagem entre setembro e outubro de 2020, podem prejudicar o volume de cana e a concentração de ATR (Açúcar Total Recuperável).

No entanto, de acordo com os pesquisadores do Cepea/USP (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), diante dos preços favoráveis do açúcar no mercado interno e a recuperação dos valores internacionais devem estimular a manutenção do mix mais açucareiro.

Além disso, boa parte das exportações já está fixada para a próxima safra, o que compromete a flexibilidade para inverter o mix.

“Já em relação ao consumo de açúcar, as mudanças ocorridas no Brasil e no mundo em 2020, especialmente devido à pandemia de Coronavírus, podem se estender para 2021”, preveem os pesquisadores do Cepea.

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