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Os contratos futuros do açúcar fecharam mistos na ICE de Nova York nesta quarta-feira (9), com viés de baixa na maioria dos lotes. O único vencimento que fechou em alta foi a tela julho/21, que subiu 2 pontos, negociada em 17,73 centavos de dólar por libra-peso. A tela outubro/21 fechou estável, cotada a 17,75 cts/lb. Já os demais contratos caíram entre 1 e 5 pontos.

Operadores ouvidos pela Reuters destacaram que o mercado avalia o aumento dos preços do petróleo e o retorno das chuvas no maior produtor atingido pela seca, Brasil. Nesta quinta-feira, também, a Unica apresentará o balanço de safra na segunda quinzena de maio.

“Os preços do petróleo atingiram máximas de dois anos, com sinais de forte demanda por combustível nas economias ocidentais, e enfraquecimento de expectativas do retorno de oferta do Irã”, destacou a Reuters, emendando ainda que o aumento dos preços dos combustíveis pode levar usinas de cana-de-açúcar brasileiras a aumentar produção de etanol baseado em cana, às custas do açúcar.

Ainda segundo a Reuters, operadores afirmaram que as chuvas atuais no Brasil devem deter investidores de aumentarem suas apostas no aumento dos preços do açúcar. “As chuvas desta semana nas regiões centro-sul do Brasil irão, provavelmente, melhorar a produtividade para a cana ser colhida no fim da temporada”, destacaram.

Açúcar branco

Em Londres o açúcar branco fechou em baixa em todos os lotes. No vencimento agosto/21 a commodity foi negociada em US$ 463,30 a tonelada, recuo de 2,20 dólares, ou 0,5% no comparativo com a véspera. Os demais lotes caíram entre 40 cents e 1,50 dólar.

Açúcar cristal

O mercado interno, do açúcar cristal, por sua vez, reverteu a queda dos dois dias anteriores e fechou valorizado em 0,61% nesta quarta-feira, cotado a R$ 116,93 a saca de 50 quilos, contra R$ 116,22 a saca da véspera, segundo o Indicador Cepea/Esalq, da USP.

Etanol hidratado

O etanol hidratado, medido pelo Indicador Diário Paulínia fechou pelo segundo dia seguido em baixa nesta quarta-feira. Ontem, o biocombustível foi negociado em R$ 3.069,00 o m³, contra R$ 3.073,00 o m³ da véspera, desvalorização de 0,13% no comparativo entre os dias.

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