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O setor sucroenergético provou que pode descarbonizar muito mais carbono em um ano do que a Tesla descarbonizou em 11 anos. Durante uma live realizada no dia 10 de março pela Empiricus, o CFO da Cosan, Marcelo Martins, deu um número impressionante sobre a pegada verde da companhia.

Enquanto a Tesla se orgulha por ter neutralizado 3,7 milhões de toneladas de carbono durante os 11 anos em que está operação, a Raízen já neutralizou 5,2 milhões de
toneladas só no ano de 2020.

Isso corresponde a 50% a mais do que a Tesla fez durante toda a sua existência. Essa “neutralização” do carbono advém do uso do etanol como combustível na frota de carros brasileiros.

Ainda de acordo com Martins,  o número atingido pela Raízen deve dobrar facilmente, pois não considera a incorporação de um dos maiores grupos brasileiros, a Biosev, que foi adquirida recentemente pela companhia.

Os dados ainda não consideram o etanol 2G, que a Raízen já produz, mas ainda baixa escala.

De acordo com o CFO da Cosa, enquanto a maior produtora de biocombustíveis da Europa, a Neste, possui uma meta de substituir, com seus produtos, 20 milhões de toneladas de CO2 até 2030, a Raízen deve atingir este número cinco anos antes.

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