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Raízen reforça atuação contra incêndios com tecnologias e mobilização social

Com o apoio da Central de Inteligência Agrícola (CIA), a companhia Raízen integra dados de satélites, sensores e agrometeorologia para antecipar riscos e atuar de forma proativa - crédito: Divulgação / Raízen
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Companhia apresenta soluções integradas que unem inovação, inteligência agrícola e engajamento comunitário na prevenção e combate ao A Raízen reforça sua atuação na prevenção e combate a incêndios em canaviais com um portfólio robusto de tecnologias, ações de campo e iniciativas de conscientização que unem eficiência operacional e engajamento social.

Entre as frentes de destaque está a campanha “Quem ama a terra não chama o fogo”, que consolida a estratégia de prevenção como um esforço coletivo — envolvendo comunidades, escolas, fornecedores e colaboradores. A iniciativa, que já se tornou marca registrada da companhia, realiza carreatas, blitzes e palestras educativas em parceria com prefeituras, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil. Só em 2025, foram promovidas 18 ações em 19 municípios, com apoio de voluntários e instituições locais.

“Prevenir incêndios é uma prioridade para nós. Acreditamos que cuidar da terra é um compromisso compartilhado — e, para isso, combinamos tecnologia, capacitação e mobilização social. Essa é uma agenda que exige ação conjunta e consciência de todos”, afirma Hamilton Jordão, gerente executivo de Operações Agrícolas da Raízen.

Tecnologia e inteligência no campo 

Com o apoio da Central de Inteligência Agrícola (CIA), a companhia integra dados de satélites, sensores e agrometeorologia para antecipar riscos e atuar de forma proativa. O monitoramento cobre 700 mil hectares de cana-de-açúcar, com suporte de 350 estações meteorológicas e softwares que identificam, em tempo real, áreas críticas para o posicionamento estratégico das brigadas.

A estrutura operacional reúne mais de 300 veículos de combate (entre caminhões-pipa e VIRs), 732 brigadistas e 2 mil profissionais treinados. A Brigada 2.0 utiliza caminhões automatizados e protocolos padronizados, garantindo maior segurança e agilidade nas operações.

“Contrafogo” e “Fireball”

Além das ações diretas com brigadas e caminhões de canhão automático, a Raízen adota estratégias complementares de controle e prevenção. Uma delas é o uso do contrafogo, técnica de queima controlada que cria barreiras para impedir a propagação das chamas em áreas de risco.

A companhia também utiliza a “Fireball”, uma bola extintora automática que, ao entrar em contato com o fogo, libera um pó químico especial capaz de extinguir focos iniciais com agilidade e segurança.

Outro recurso é o kit multiespuma, sistema que combina líquido gerador de espuma, água e ar para formar uma camada protetora que resfria, bloqueia vapores e corta o oxigênio do fogo, proporcionando um combate mais eficiente.

Essas soluções se somam ao uso de satélites, sensores, drones e softwares de inteligência agrícola, que permitem prever cenários, antecipar a colheita em áreas vulneráveis e proteger o canavial com rapidez e precisão.

A Raízen adota estratégias complementares de controle e prevenção, como o uso do “contrafogo” e a “fireball”, para impedir a propagação das chamas em áreas de risco – Foto: Divulgação

Fornecedores e parceiros engajados

Por meio do Elos Raízen, fornecedores recebem suporte técnico e acompanhamento contínuo sobre protocolos de segurança, uso de tecnologias e boas práticas no campo. A integração com o Jornada Cultivar amplia o alcance das ações educativas, como o webinar sobre manejo pós-queimada, promovendo uma rede de aprendizado e prevenção que fortalece toda a cadeia produtiva.

A mobilização social é um pilar central. Em 2025, mais de 300 estudantes participaram de atividades educativas em escolas de São Paulo e Goiás, com o apoio de voluntários do programa VOAR – Voluntários em Ação Raízen. As ações reforçam o papel da comunidade na identificação e denúncia de focos de incêndio e na conscientização sobre os impactos ambientais e econômicos das queimadas.

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