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Após retração, preços do açúcar ganham novo fôlego nas bolsas internacionais

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 A decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de reduzir a produção da matéria-prima em 1,2 milhão de barris por dia nos próximos seis meses deu fôlego às cotações do açúcar ontem (30) em Nova York, segundo a análise do jornal Valor Econômico.
 
Na Ice Future, no vencimento março/17, a commodity foi comercializada a 19,81 centavos de dólar por libra-peso, alta de 15 pontos no comparativo com as cotações do dia anterior. No lote maio/17, valorização também de 15 pontos e na tela julho/17, de 16 pontos.
 
Ainda de acordo com o jornal, o barril de petróleo mais caro tende a ampliar a demanda por fontes alternativas de energia, como o etanol, elevando os preços do combustível e, consequentemente, os do açúcar. Os ganhos, no entanto, foram limitados pela redução do saldo líquido comprado dos fundos e pela alta do dólar. 
 
Em Londres, os preços do açúcar também subiram nesta quarta-feira. O vencimento março/17 foi comercializado a US$ 526,40 a tonelada, alta de 1,20 dólar se comparado com a sessão anterior. No lote maio/17, o aumento foi de 1,30 dólar.
 
 
Mercado doméstico
 
Os preços do açúcar cristal voltaram a subir ontem no mercado interno. Segundo índices do Cepea/Esalq, da USP, a saca de 50 quilos foi comercializada a R$ 94,49, valorização de 0,04% no comparativo com a sessão anterior.
 
 
Etanol diário
 
Já os preços do etanol hidratado se mantiveram desvalorizados ontem. De acordo com os índices da Esalq/BVMF, o metro cúbico do biocombustível foi negociado a R$ 1.772,00, recuo de 0,28%.
 
Patrícia Mendonça
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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