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O açúcar bruto subiu perto do maior em mais de quatro anos em meio a uma alta nos preços do petróleo e preocupações com o impacto da geada no Brasil. Os futuros do petróleo atingiram uma alta em seis anos depois de uma luta acirrada entre a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos sobre a produção, melhorando as perspectivas de demanda por biocombustível à base de cana-de-açúcar no Brasil e potencialmente restringindo o fornecimento de açúcar.

Uma recente temporada de frio cortou as expectativas de produção de cana no Brasil, que se seguiu ao clima seco prolongado.

“A macro é geralmente positiva esta manhã, com o petróleo em nova máxima depois que a reunião da OPEP foi cancelada ontem”, disse a ADM Investor Services International em uma nota. “Parece que o açúcar provavelmente terá um bom suporte por enquanto, com mais ganhos parecendo prováveis.”

O açúcar bruto para entrega em outubro subiu 1,2% para 18,37 centavos de dólar por libra-peso em Nova York, perto do maior valor desde março de 2017 para um contrato mais ativo, uma vez que as negociações foram retomadas após o feriado do Dia da Independência. Os futuros aumentaram mais de 50% no ano passado, depois que a seca reduziu as perspectivas da safra brasileira. O açúcar branco subiu 0,2% a US $ 476,80 a tonelada em Londres na terça-feira.

Nas demais commodities, o café arábica caiu pelo quinto dia, caindo 1%, para US $ 1,516 a libra. A safra brasileira de café está avançando, impulsionando a oferta no curto prazo. O café Robusta ganhou em Londres. O cacau subiu em Nova York, enquanto o contrato de Londres caiu.

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