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Raízen movimenta R$ 6,9 bilhões no maior IPO do ano no país

Canavial Raízen drones pulverizadores
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A Raízen, joint venture entre Shell e Cosan, precificou sua oferta inicial de ações a R$ 7,40 por papel nesta terça-feira (4), movimentando um total de R$ 6,9 bilhões, no maior IPO do ano no Brasil.

O preço fixado saiu no piso da faixa estimada para o IPO, que ia até R$ 9,60, segundo publicado no website da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O montante inclui a oferta base de 810.811.000 ações preferenciais, mais os papeis suplementares, no total de 121.621.650 papéis, destaca a Reuters. A empresa e coordenadores optaram em não exercer o lote adicional de até 162.162.200 ações.

As ações da companhia começam a ser negociadas na B3 na próxima quinta-feira (4), com o código ‘RAIZ4’.

A Raízen informou no prospecto que usará os recursos da oferta para construir novas unidades para expansão de produção, investimentos em infraestrutura de armazenamento, logística e para aumentar a eficiência e a produtividade.

A companhia foi criada em 2011, a partir da união de negócios entre Shell (50%) e Cosan (50%). A Raízen atua na produção, trading e comércio de açúcar e etanol, além de cogeração de energia por meio do bagaço de cana-de-açúcar em suas 26 usinas localizadas na região Centro-Sul do Brasil.

BTG Pactual, Citi, Bank of America, Credit Suisse, Bradesco BBI, JPMorgan, Santander Brasil, XP Investimentos, HSBC, Safra e Scotiabank coordenaram a oferta, exclusivamente primária.

Até então o maior IPO do ano tinha sido o da Smart Fit, que levantou R$ 2,3 bilhões em sua oferta pública inicial de ações, em julho.

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A dona das cadeias de restaurantes Madero e Jeronimo pediu registro à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para uma oferta inicial de ações, buscando recursos para pagar dívidas e expandir os negócios.

No prospecto preliminar da oferta, a empresa afirma que as vendas de suas lojas já atingiram níveis similares aos de antes da pandemia e que usará metade dos recursos das ações novas para seu plano de expansão.

Com sede no Paraná e 238 unidades pelo país, a Madero foi fundada em 2005 pelo empresário Luiz Durski Junior. No ano passado, refletindo os efeitos das restrições devido à pandemia, a receita líquida da Madero caiu 12% na comparação com 2019, para R$ 747 milhões. A companhia também amargou prejuízo de R$ 249 milhões de reais em 2020 e outra perda de R$ 90 milhões no primeiro semestre deste ano.

Desde o fim de 2020 até final de junho passado, a dívida líquida da Madero subiu de R$ 652,3 milhões para R$ 913,6 milhões, destaca a Reuters.

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