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Analistas do Bank of America veem um risco crescente de La Niña neste segundo semestre, o que deve afetar principalmente companhias de proteínas por causa dos potenciais reflexos do fenômeno meteorológico nos preços dos grãos.

“As probabilidades aumentam a cada mês e o cenário base já indica mais de 80% de chance de o fenômeno ocorrer”, afirmaram em relatório publicado na segunda-feira (19).

No documento, eles observaram que o La Niña anterior, em 2020, atrasou as chuvas, retardando a safra e causando queda em sua produtividade, principalmente no caso do milho.

“Nós vemos as empresas de proteína sendo as mais afetadas pela redução potencial da safra brasileira de soja e milho, pois isso pode significar custos de grãos ainda mais altos“, afirmaram no documento. No caso de players dos EUA, a equipe do BofA avalia que eles podem ser afetados também em razão do ambiente de consumo potencialmente menos favorável.

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