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Os contratos futuros do açúcar fecharam ontem (28) em ligeira baixa nas bolsas internacionais. Segundo analistas ouvidos pela Reuters, a desvalorização refletiu os preços mais fracos da energia, que “contribuíram para o declínio modesto”.

“Mas o mercado continua obtendo suporte de uma perspectiva reduzida para a produção de açúcar deste ano no Centro-Sul do Brasil, embora as chuvas recentes aparentem ter melhorado a previsão para a safra de cana-de-açúcar do próximo ano. Há previsão de mais chuvas no final de semana no principal cinturão de açúcar do Brasil”, pontuou a Reuters.

Em Nova York, na ICE Future, o vencimento março/22 do açúcar bruto recuou para 19,62 centavos de dólar por libra-peso, pequena variação negativa de 8 pontos, ou 0,4% no comparativo com os preços de quarta-feira.

Ainda segundo a Reuters, a Índia deve produzir cerca de 30,5 milhões de toneladas de açúcar na temporada que começou em 1º de outubro, uma queda de 1,6% em relação à estimativa anterior da indústria, disse um importante órgão de produtores nesta quinta-feira.

Em Londres a quinta-feira foi de baixa também nas cotações do açúcar branco. O lote para dezembro/21 foi contratado a US$ 515,60 a tonelada, desvalorização de 2,90 dólares no comparativo com a véspera.

Já o açúcar cristal medido pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP, fechou ontem valorizado. A saca de 50 quilos foi negociada a R$ 151,87, contra R$ 149,31 a saca da véspera, valorização de 1,71% no comparativo.

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