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Os preços do açúcar fecharam mistos na terça-feira (30) nas principais bolsas internacionais. Tal fato acontece por conta da previsão de uma produção maior da commodity na atual temporada em países como a Índia, Tailândia e até na União Europeia.

Bolsa de Nova York

Na ICE, de Nova York, a commodity foi negociada, no vencimento maio/21, em 14,92 centavos de dólar por libra-peso, mesma cotação da véspera. Já a tela para julho/21 subiu 2 pontos, com negócios em 14,85 cts/lb. A tela outubro/21 subiu 1 ponto. Os demais contratos se desvalorizaram entre 1 e 8 pontos.

Em nota enviada ao mercado, a Commerzbank destacou ontem que o mercado está atento e preocupado com a demanda no curto prazo, devido aos lockdowns impostos na Europa.

De acordo com analistas ouvidos pela agência Reuters, os preços do etanol tiveram forte queda no principal mercado consumidor do Brasil na última semana, à medida que a adoção de medidas restritivas no combate à pandemia de coronavírus afeta a demanda.

“A queda nos preços do etanol tende a fazer com que as usinas brasileiras priorizem a produção de açúcar em detrimento do biocombustível”, destacaram os profisisonais ouvidos pela Reuters.

Bolsa de Londres

O açúcar branco, negociado na ICE Europe, de Londres, fechou em baixa nas duas primeiras telas. O vencimento maio/21 fechou cotado em US$ 429,80 a tonelada, queda de 1,30 dólar no comparativo com o dia anterior.

Já a tela agosto/21 caiu 50 cents de dólar. Os contratos de outubro e dezembro/21 e março/22 fecharam valorizados. Já as demais telas terminaram o dia no vermelho.

Açúcar cristal no Brasil

No mercado interno o açúcar cristal fechou pelo segundo dia seguido em baixa pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. Ontem, a saca de 50 quilos foi negociada em R$ 106,81, contra R$ 108,12 da véspera, desvalorização de 1,21% no comparativo com a véspera

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