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Os contratos futuros do açúcar fecharam ontem (29) mistos na bolsa de Nova York, com desvalorização nos quatro primeiros lotes, de maior liquidez, e alta nos demais contratos. O vencimento outubro/21, que expira hoje, fechou em baixa de 4 pontos, negociado em 18,94 centavos de dólar por libra-peso. Já as telas março, maio e julho/22, caíram, respectivamente, 12, 7 e 2 pontos. Os demais contratos subiram entre 2 e 9 pontos.

Segundo operadores ouvidos pela Reuters, o dia foi marcado por uma pequena entrega, com os contratos em aberto caindo bruscamente esta semana. “Uma entrega dessa escala (modesta) sugere que o mercado não está sofrendo nenhuma indigestão generalizada no mercado imediato (spot)”, disse o analista do Commonwealth Bank of Australia, Tobin Gorey, observando que o desconto do primeiro contrato diminuiu após atingir o pico de mais de um centavo no início desta semana.

Ainda segundo a Reuters, o volume de contratos em aberto até 28 de setembro era de 10.779 lotes, uma queda de quase 50% em relação ao dia anterior.

Em Londres a quinta-feira foi marcada por queda em todos os lotes da ICE Europe para o açúcar branco. O vencimento dezembro/21 foi contratado a US$ 505,00 a tonelada, recuo de 4,80 dólares no comparativo com a véspera, ou 0,9%. Já a tela março/22 caiu 4 dólares, negociada em US$ 507,20 a tonelada. Os demais contratos recuaram entre 50 cents e 1,80 dólar.

O mercado doméstico fechou praticamente estável ontem pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP, para o açúcar cristal. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas em R$ 144,47, ligeira alta de 3 centavos de real, ou 0,02% no comparativo com os preços da véspera. No mês o indicador acumula valorização de 5,18%.

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