Compartilhar

A ACP Bioenergia, que está entre os três maiores fornecedores de cana do Brasil, bateu o seu recorde na produção de cana na safra 2020/21. Foram 2,5 milhões de t de cana produzidas, uma alta de quase 20%, se comparado com o ano de 2018/19.

Leia também:  ANP propõe mudanças nas metas de CBios que beneficiam distribuidoras

A companhia, que atua no segmento há mais de 29 anos e que hoje planta 30 mil ha de cana-de-açúcar, distribuídos em três polos canavieiros – nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás – espera, em cinco anos, ampliar sua área de cana para 50 mil ha com cinco polos de produção. A expectativa é produzir e fornecer 4 milhões de t de cana.

cana

Este ano, de acordo com André Candido, sócio-diretor da ACP Bioenergia, o destaque foi o polo de Rio Brilhante, MS, que, ano após ano vem aumentando sua produção.

“Mesmo em um ano com muitas dificuldades e desafios climáticos enfrentados em todo o País, produzimos neste polo mais de 1 milhão de t, que foram fornecidos à Usina Santa Luzia”, afirma Candido.

Diversificação e eficiência

Após participar da construção da Usina Conquista do Pontal, em Mirante do Paranapanema, SP, da qual foi acionista até o final de 2013, a ACP Bioenergia focou no fornecimento de cana, sempre utilizando estrutura própria de máquinas e pessoas.

De acordo com o sócio-diretor da ACP Bioenergia, a companhia foi moldada para ser a solução mais eficiente às usinas das quais é fornecedora, primarizando e verticalizando toda a operação agrícola até a esteirada usina.

“Em 2015, a ACP Bioenergia rompeu a barreira de 1 milhão de t em cana-de-açúcar e, em 2018, chegou à Edéia, GO, fornecendo 500 mil t para a Usina Tropical, do grupo BP Bunge, batando à marca de 2,1 milhões de t de cana-de-açúcar nos três polos”, destaca.

Buscando a diversificação dentro do negócio, além da cana-de-açúcar, a ACP Bioenergia decidiu, em 2017, iniciar o plantio de soja. Hoje são 8 mil ha de cultivo do grão e a expectativa, em cinco anos, é expandir para 20 mil ha nos polos do Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins.

Outra forma de diversificar é produzindo em regiões distintas em clima e ambiente produtivo. De acordo com Candido, a diversificação de cultura e ambientes mitiga riscos em todos os sentidos, permitindo uma maior aderência ao planejado e maior previsibilidade no fluxo de caixa.

Com mais de 650 funcionários, Candido revela que a ACP Bioenergia tem como um dos pilares mais importantes as pessoas. “Valorizamos nosso time com ações diferenciadas em motivações, campanhas e treinamentos. Anualmente, distribuímos três motos por polo para os melhores operadores. Além disso, sempre participo de um café da manhã semanal com os nossos operadores.”

Por Natália Cherubin, com informações da ACP Bioenergia

Cadastre-se em nossa newsletter