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A possibilidade de recuperação da cultura da cana no Centro-Sul, na safra 22/23, está dada se não falharem as previsões de chuvas na primavera-verão. Ciclo maiúsculo, no entanto, como o anterior, o 20/21, de 605 milhões de toneladas, só para daqui a dois ou três.

Mais uma vez, combinando com as chuvas. A StoneX divulgou alta estimada de 6,1%, para 565,3 milhões de toneladas, considerando que a colheita atual, do período 21/22, vá fechar, portanto, em 532 milhões/t. No mercado, a média de estimativas é de 520 a 530 milhões/t.

Para Ricardo Pinto, da RPA Consultoria, 510 milhões é o número mais razoável. A safra 20/21 se consolidou em 605 milhões/t, pelos dados oficiais da Unica, que reúne as usinas. Desse modo, a recuperação de 95 milhões/t de cana-de-açúcar, pelas contas do consultor, só se dará em 23/24 ou 24/25.

“Em condições normais de chuvas”, acrescenta. Para a próxima temporada Pinto não arrisca um palpite ainda, porque a cana que vai ser cortada a partir de abril do ano que vem foi muito judiada e, sendo de sequeiro, precisa das águas do período mais quente para crescer sob dias mais compridos (mais horas de insolação) e quentes.

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