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Sem frete, sem ICMS e sem PIS/Cofins, o litro do etanol hidratado fechou a semana em R$ 2,9983 nas usinas e destilarias paulistas, em expressivo reajuste de 4,17%.

E perdeu a competitividade, sob a paridade com o preço da gasolina passando dos 70%, a depender do ritmo de repasse das distribuidoras aos postos, além dos 2,14% que variou a majoração nas bases de Paulínia também nesta semana.

Nos dados levantados pelo Cepea, nos cinco dias úteis imediatamente anteriores (24 a 28), o valor era de R$ 2,8783 nas indústrias.

A alta acumulada veio após duas semanas consecutivas de recuo e confirma o que Martinho Ono, da SCA Trading, antecipou a Money Times na sexta, horas antes de o mercado fechar.

Safra de produção mais lenta de etanol, com queda da disponibilidade de cana, e tiragem pouco mais açucareira ante os preços internacionais mais favoráveis, determinam a lei de oferta ante demanda mais firme.

Há o fator petróleo para os próximos dias. Ontem o barril em Londres fechou acima de US$ 71,60, mas o dólar em sequência de recuo (R$ 5,04, menos 0,95%, também na sexta) está proporcionando fôlego à Petrobras (PETR4) na majoração da gasolina.

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