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O etanol perdeu competitividade em relação à gasolina em todos os Estados do País e no Distrito Federal nesta semana conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilado pelo AE-Taxas.

Os critérios consideram que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.

Na média dos postos pesquisados no País, o etanol não está competitivo, com paridade de 77,33% ante a gasolina.

A falta de competitividade se deve, em parte, à baixa oferta, já que a moagem da safra 2021/22 de cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil está atrasada e a expectativa é de produção menor do que na temporada anterior, além de um mix mais açucareiro, o que significa que uma parte maior da cana é destinada à produção de açúcar. Com isso, há menos disponibilidade para a produção de etanol.

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