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O mercado futuro do açúcar iniciou a semana praticamente estável, com pequena variação positiva na ICE de Nova York e em Londres. Durante a sessão desta segunda-feira (7), a commodity chegou a bater a mínima de um mês, mas conseguiu se recuperar e fechou no azul.

Os lotes com vencimento em março/21 fecharam cotados em NY em 14,45 centavos de dólar por libra/peso, alta de apenas 1 ponto no comparativo com os preços de sexta-feira. Já a tela maio/21 subiu 2 pontos, negociada em 13,86 cts/lb. Os demais contratos subiram entre 7 e 13 pontos.

Em Londres o açúcar branco subiu 40 cents de dólar no vencimento março/21, negociado em US$ 397,70 a tonelada. Já a tela para maio/21 foi negociada em US$ 393,40 a tonelada, alta de 90 cents de dólar. Os demais lotes subiram entre 50 cents e 2,10 dólares.

Segundo um operador ouvido pela Agência Reuters, “a melhoria climática no Brasil, uma safra melhor na Tailândia e o aumento da possibilidade de exportações indianas, seja com o auxílio de subsídios do governo no início do ano que vem ou por um colapso nos preços locais, que tornaria as vendas externas mais atraentes”, foram os principais incentivadores para a recuperação dos preços.

Outros pontos enumerados pelo operador são: uma desaceleração nas compras pela China e Indonésia, grandes consumidoras. O agente espera “uma correção no curto prazo para um nível entre 13 centavos e 15,50 centavos, versus de 14 a 16 centavos anteriormente”.

Mercado doméstico

No mercado interno o açúcar cristal iniciou a semana em alta pelo indicador Cepea/Esalq, da USP, negociado em R$ 110,89 a saca de 50 quilos, contra R$ 110,28 da sexta-feira, alta de 0,55% no comparativo entre as datas.

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