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Na safra 2020/21, a Tailândia apresentou uma redução na produção de açúcar comparada com a safra 2019/20 devido à menor área de cana em consequência da maior atratividade da mandioca no período de plantio pelo segundo ano consecutivo. No entanto, a expectativa para a temporada 2021/22 é de que a cana volte a remunerar mais do que outras culturas.

De acordo com analistas do Itaú BBA, na safra 2020/21, a Tailândia deve produzir em torno de 7,4 milhões de toneladas de açúcar, queda de 9,7% versus a safra 2019/20.

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“A cana volta a remunerar mais do que culturas concorrentes com os preços do açúcar mais atrativos no mercado internacional”, dizem os analistas do banco.

Além disso, assim como a Índia, o país também depende do volume das chuvas das monções em 2021 para o desenvolvimento da cana-de-açúcar.  Segundo o Itaú BBA, a expectativa são de chuvas em volumes dentro da normalidade.

“Com base nessas informações, a estimativa é de aumento de área e que a produção de açúcar para a safra 2021/22 atinja os 9,9 milhões de toneladas, crescimento de 33,8% comparado com a safra 2020/21. O país é um grande exportador de açúcar, e já chegou a produzir 14,67 milhões de toneladas na safra 2017/18”, afirmam os analistas do Itaú BBA.

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