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Agrovale amplia investimentos em colheita mecanizada

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O investimento na aquisição dos novos equipamentos vai ampliar um programa da empresa, com custos anuais de R$ 40 milhões, para adequação agronômica dos terrenos visando tornar os campos compatíveis com a colheita mecanizada.

A Agrovale, localizada em Juazeiro, BA, acaba de dar mais um passo no processo de mecanização da colheita de cana-de-açúcar.

A usina sucroalcooleira, que é considerada o maior produtor de açúcar, etanol e bioeletricidade da Bahia, adquiriu duas máquinas colhedoras de cana e implementos de tecnologia americana, que serão utilizadas juntamente com as cinco máquinas já em operação na safra 2021.

Leia mais: Produção de cana no Centro-Sul em 2021/22 deve recuar 4,20%

O investimento,  da ordem de R$ 5 milhões, na aquisição dos novos equipamentos vai ampliar um programa da empresa, com custos anuais de R$ 40 milhões, para adequação agronômica dos terrenos visando tornar os campos compatíveis com a colheita mecanizada.

Segundo o diretor vice-presidente da Agrovale, Denisson Flores, todo esse investimento objetiva a diminuição da queima controlada da palha da cana e a redução da incidência de fuligem, que vem ocorrendo em menor proporção em comparação a anos anteriores.

Lembrando que a mecanização da colheita da cana também aumenta o rendimento operacional, a produtividade e diminui os custos em até 20%, Denisson Flores acrescentou ainda que a empresa já opera com a colheita mecanizada numa área de 4,5 mil hectares e pretende ampliar gradativamente a cada ano.

“Cada máquina colhe em média 400 toneladas de cana por dia e deixa no campo a Palhada, que além de conservar o solo, o excedente vem sendo doado para alimento animal às associações de pequenos criadores de caprinos, ovinos e bovinos de vários municípios da região”, ressaltou.

Mas o diretor também lembrou o grande impacto social gerado pela mecanização que contribui com o aumento do desemprego rural no município. “Em nossa empresa procuramos minimizar essa situação capacitando os funcionários e ampliando novas frentes de trabalho”, concluiu.

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Ep. 21: O futuro do setor sucroenergético | Perspectiva para Safra 2026/27

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