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Para fazer a transição de uma área de cana-de-açúcar para soja, um produtor rural, da região de Barretos, SP, investiu em pacote de tecnologias, com irrigação e sistematização. A expectativa é colher até 20% a mais.
Com objetivo de aumentar sua rentabilidade, o produtor rural Edson Lopes, decidiu fazer a transição de uma área de 260 hectares de produção de cana-de-açúcar para soja. Com a decisão tomada, ele implementou um pacote de tecnologias na lavoura em parceira com a Coopercitrus, com soluções de precisão e irrigação para aumentar a eficiência e a produtividade.

A família Lopes cultiva soja há mais de 30 anos e já possuía mais de mil hectares com o cultivo do grão. Para a implantação dessa nova área, Lopes considerou os fatores climáticos e as tecnologias para produzir mais e melhor.

“Percebemos aqui na região que a deficiência de chuva estava prejudicando essa área de cana. Como já estava no nosso planejamento adquirir um novo pivô, mais alto, decidimos não plantar cana nessa área e entrar com a soja, que, com a irrigação, deve gerar um resultado muito melhor”, afirma Lopes.

O produtor é adepto as novas tecnologias. Por isso, sempre investe em novidades. “Com esse projeto de tecnologia para essa nova área de soja, nossa estimativa é de produzir entre 15% e 20% a mais”, projeta.

Para começar a produção com o pé direito, o produtor investiu em análise de solo georreferenciada. Com isso, pôde conhecer as características e a variabilidade de solo em cada região da fazenda, para fazer a correção do solo com mais precisão e eficiência.

Em seguida foi feito um projeto de sistematização, que definiu as linhas de plantio, para melhorar o aproveitamento do terreno e evitar erosão, além de definir os trajetos das máquinas e favorecer os índices de produtividade por área.

Com essa etapa concluída, foi a hora de pensar na água. O produtor investiu em dois sistemas de irrigação: uma parte da área por gotejo e a outra parte com pivô central, que também servirá uma área vizinha, dedicada à produção de laranjas. “A chuva está vindo muito desigual e o pivô contribui com uma irrigação homogênea e no tempo certo”, afirma.

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