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Os contratos futuros do açúcar fecharam mais um dia em alta nas bolsas internacionais nesta terça-feira (17). Segundo analistas, o dia foi marcado pela realização de lucros nas principais commodities como a soja, açúcar e café. Nem mesmo o estresse internacional do avanço da covid, com a variante delta ganhando força, e os problemas no Afeganistão frearam a onda de alta internacional.

Em Nova York o açúcar bruto fechou praticamente estável no vencimento outubro/21, com queda de 1 ponto, apenas, no comparativo com a véspera, negociado a 20,02 centavos de dólar por libra-peso. Já a tela março/22 fechou estável a 20,63 cts/lb. Os demais lotes subiram entre 2 e 9 pontos.

Segundo a Reuters, “depois das máximas da semana passada, quando arranhou os 20 centavos de dólar por libra-peso na sexta, atingindo ontem (segunda), em Nova York, o açúcar acalentou um ganho residual neste pregão. A quebra de produção no Brasil, pela seca e geada, ainda permanecerá no monitor por bom tempo”.

Em Londres o açúcar branco fechou valorizado em todos os lotes. No vencimento outubro/21 a commodity subiu 5,10 dólares, com a tonelada negociada a US$ 501,40. A tela dezembro/21 foi contratada a US$ 514,20 a tonelada, valorização de 1,30 dólar no comparativo com a véspera. Os demais lotes subiram entre 90 cents e 1,30 dólar.

No mercado doméstico o açúcar cristal fechou mais um dia em alta pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. Ontem, a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 129,77, contra R$ 129,38 a saca na véspera, valorização de 0,30% no comparativo entre as datas.

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