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Os Créditos de Descarbonização (CBios) seguem uma trajetória estável, sem variações entre as mínimas, máximas e médias, tanto quanto no volume de negócios. Em geral, todo os números estão baixos nas telas da B3 (B3SA3).

Desde o início da safra de cana do Centro-Sul, os títulos que monetizam as vendas de etanol pelas usinas e negociados no mercado — e que são a base do RenovaBio -, avançaram no máximo R$ 2.

Mas desde o começo de abril se mantém na casa dos R$ 30, como nesta segunda (17), segundo dados coletados por Money Times junto a algumas corretoras (as estatísticas da B3 saem com um dia de atraso).

O início de safra mais açucareiro, pela pela remuneração às usinas (várias começaram a moer somente este mês), e, inclusive a fixação de exportações da commodity, que obrigou também a dedicação maior da moagem, tiraram o ímpeto de preços.

Com menos etanol vendido, menos CBios entram no mercado, comprimindo também o interesse dos compradores — tanto as distribuidoras, que são os adquirentes compulsórios, quanto investidores.

Tanto que o volume de comercialização está inexpressivo. Na sexta, passou pouco dos 269 mil títulos, que se concentraram em 158 negócios.

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